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Anda desmotivado? A “culpa” pode não ser do trabalho…

Aproveitando que hoje é dia do trabalhador, resolvi dividir com vocês um texto maravilhoso de uma amiga empreendedora (dessas malucas como eu que também largou tudo um dia pra viver do seu sonho, e vive!).

Vejo nesse texto um pouquinho de mim há anos atrás, quando ainda era do meio coorporativo e estava desmotivada e não sabia O QUE ERA. Não, não estou dizendo pra você largar tudo, mas apenas pra parar, pensar e avaliar se está fazendo o que realmente gosta, ama e que é seu propósito de vida (mesmo que seja em uma empresa, ok? conheço muita gente que ama seu trabalho dentro de uma empresa, MUITA!!).

Então prepara, que lá vem um textão do bom… Com vocês, Camila Pires! 😉

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Você acorda mal humorado na segunda-feira, chega ao trabalho desmotivado, inveja os empreendedores que podem fazer o seu horário (#sqn) e começa a pensar em tudo o que não funciona na empresa, na cidade, no País e no mundo, reclama dos processos, do chefe, do clima, da qualidade do cafezinho, do computador que você usa, do trânsito, do salário, do colega de trabalho… Vou parar por aqui porque ninguém aguenta essa bad vibe. Aliás, já parou pra pensar em quanta negatividade você gera com esses pensamentos e reclamações?

Na verdade, se tudo ao redor vai mal, é hora de desembaçar os óculos. Desculpa, mas o “problema” pode não ser o mundo a sua volta. A “culpa” da sua desmotivação pode não ser da empresa, do trabalho, da sociedade, do governo. Você me autoriza a ressignificar o conceito de culpa? Que tal trocar o termo culpa por responsabilidade? Você fica confortável? Quando assumimos responsabilidade por nossas vidas, por nosso sucesso, por nossa felicidade, temos mais chances de obter aquilo que desejamos. Por outro lado, reconhecer que é nossa escolha não fazer nada para mudar pode ser algo incômodo.

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DAQUI EM DIANTE, SE QUISER CONTINUAR ACOMODADO, NÃO LEIA!

Nossas crenças interferem nos nossos pensamentos, que interferem nas nossas emoções, que impactam nossos comportamentos e, consequentemente, nossos resultados. Quer ver um exemplo?

  • Resultado: Carreira estagnada, vida chata, estresse e desânimo
  • Comportamento: Inércia. Aguardando os acontecimentos. Engolindo sapos para não correr o risco de ser demitido. Evitando ter muita iniciativa para não gerar conflito, não chamar atenção.
  • Emoções: Medo, sensação de impotência, baixa auto estima
  • Pensamentos: Odeio esse emprego, mas não posso abrir mão desse salário, desses benefícios… E se eu for demitido? Como vai ser? O mercado está péssimo. Não vou conseguir me recolocar com essa crise.
  • Crença:  Uma pessoa bem sucedida tem um emprego estável.

Percebeu? Leia de baixo para cima para ver a relação. Quer outro?

  • Resultado: Corpo no emprego, cabeça nos projetos pessoais, baixa produtividade, falta de foco
  • Comportamento: Mil ideias e projetos nos caderninhos, leitura de livros, blogs e sites de empreendedorismo com olhar de “um dia quem sabe”, justificativas prontas para dizer por que empreender não é uma boa opção.
  • Emoções: Frustração, sensação de perda de tempo, invejinha branca
  • Pensamentos: Eu adoraria trabalhar por conta própria, mas não tenho perfil pra empreender. Se eu tivesse dinheiro, eu empreenderia. Fulaninho consegue, porque tem “estrela”.
  • Crença:  Para empreender tem que ter perfil e muito dinheiro.

Quer que eu desenhe? Brincadeira, mas uma boa imagem para compreender essa relação é a de um iceberg, sendo que, na ponta, visíveis, estão os comportamentos e os resultados. Abaixo do nível do mar, invisíveis, estão as emoções, os pensamentos e as crenças. A grande questão é conseguir ter consciência de que nossos resultados são reflexos do que acreditamos. Não estou falando: “pense positivo e vai aparecer o emprego dos sonhos ou um investidor-anjo”. Não é isso. Estou sugerindo que você observe seus resultados e tente identificar que crenças estão lá embaixo drenando sua iniciativa para buscar mais plenitude e felicidade.

Um bom exercício é escrever os resultados que você quer alcançar e depois os comportamentos, emoções, pensamentos e crenças que deveria ter para sustentar o que deseja. Depois compare. É um bom começo para tomada de consciência.

Ah! Crenças podem ser positivas, ta? Aproveite e identifique aquelas fortalecedoras para falar no espelho segunda-feira de manhã.

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Um sonho saindo do papel…

Me ajudem pra eu poder ajudar vocês cada vez mais. <3 Assista o vídeo até o final e entenda…

Estou tirando meus sonhos do papel, você pode ajudar a Pri e ainda ganhar várias coisas incríveis!! 😉

Tô pedindo a colaboração de vocês no meu projeto MAS, claro, oferecendo ótimas recompensas, por todo carinho e por acreditarem em mim.

Dá seu kick lá e saiba sobre os BÔNUS EXTRAS >> http://www.kickante.com.br/campanhas/cobertura-do-maior-evento-de-organizacao

lá no Kikante você terá informações sobre os BÔNUS EXTRAS caso a gente consiga superar a META. Todos juntos podemos superar essa meta e tirar mais 2 projetos do papel (além de fazer uma doação generosa pra uma instituição carente), para que TODOS VOCÊS tenham acesso à cada vez mais conteúdo de qualidade sobre organização.

Explico melhor aqui no vídeo…assiste aí, é rapidinho! 

Dá seu kike lá >> http://www.kickante.com.br/campanhas/cobertura-do-maior-evento-de-organizacao

P.S: lá no Kikante você terá informações sobre os BÔNUS EXTRAS caso a gente consiga superar a META. Todos juntos podemos superar essa meta e tirar mais 2 projetos do papel, para que TODOS VOCÊS tenham acesso à cada vez mais conteúdo de qualidade sobre organização. <3

Pra você entender um pouco mais:

O Reorganize sempre foi e sempre será um lugar cheio de amor criado pra que você consiga se organizar, aprenda e troque experiências cada dia mais, e ainda se mantenha motivado a continuar. Essa é a minha missão de vida.

Nesta viagem rumo à NAPO, vou conhecer e dividir com vocês milhares de produtos novos que podemos adaptar nas nossas casas, porque além de uma feira de produtos, eu vou visitar lojas que sempre tem novidades. Além disso, como eu falo de organização há bastante tempo aqui no Brasil, vou trazer o meu olhar sobre tudo o que foi falado, como isso se adapta à nossa realidade e ainda vou dar meus “pitacos”, dividindo tudinho com vocês!

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Dá seu kike lá >> http://www.kickante.com.br/campanhas/cobertura-do-maior-evento-de-organizacao

P.S: lá no Kikante você terá informações sobre os BÔNUS EXTRAS caso a gente consiga superar a META. Todos juntos podemos superar essa meta e tirar mais 2 projetos do papel (além de fazer uma doação generosa pra uma instituição carente), para que TODOS VOCÊS tenham acesso à cada vez mais conteúdo de qualidade sobre organização. <3

Eu quero contar em detalhes o que eu vou ver lá e essa vai ser a recompensa mais próxima possível pras pessoas, como se vocês estivessem indo comigo! (uma das recompensas ali do lado é entrar ao vivo online comigo via Skype no evento, como se você estivesse do meu ladinho. Legal né?).

Então aproveita, entra lá no link e escolhe seu kike. Ah, e se não for pedir muito, compartilha com os amigos vai! 😉

Dá seu kike lá >> http://www.kickante.com.br/campanhas/cobertura-do-maior-evento-de-organizacao

Um grande beijo da Pri.

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Não acredito que você perdeu!!!???

O programa “Não repara na bagunça” da semana passada foi sobre o famoso tema: Bela, recatada e do lar.

Enfim, brincadeiras à parte, como a maioria das mulheres precisa mesmo é colocar a “mão na massa”, eu resolvi dar dicas de como faço pra facilitar a rotina de limpeza e faxina aqui de casa e ainda dividi minhas listinhas supimpas com vocês!! Sim, a listinha que eu uso aqui em casa, transformei em um pequeno e-book que está disponível “de grátis”pra você. Ora, ora, não vai perder hein!!

LINK para baixar a listinha >> http://gratis.reorganize.com.br/rotina/

E o programa da semana passada, pra você que perdeu… 😉

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Sobre ter um cachorro (ou um filho)…

Quem me acompanha sabe que eu tenho um filho (canino), o Google. Esses dias passei uns belos apertos com ele e só agora consegui contar pra vocês. Nesses momentos eu sempre fico me perguntando porque as pessoas acham que cachorro dá menos trabalho que um filho? Talvez porque ele dure menos, em torno de 14/15 anos. Talvez porque eles saibam comer e andar sozinhos com poucos dias, ou ainda porque muitas acham que, se der trabalho, é só abandonar na rua que o cachorro se vira (sim, tem muita gente que pensa assim). Aliás, não sei de mais nada…semana passada um casal abandonou uma criança de dois anos no meio de um shopping no RJ e saiu correndo né? Putz…enfim…

Bom, eu penso diferente e tive muitos, muitos problemas com o Google desde o início e nunca pensei em abandoná-lo ou doá-lo pra alguém. Quando eu digo MUITOS, foram muitos problemas mesmo. E isso não quer dizer que eu nunca tenha esbravejado, ou gritado ao chegar em casa e ver a casa toda mijada pelo cachorro. hahahaha

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Não tenho filhos (crianças) mas acredito que seja a mesma coisa. Haverá momentos muito difíceis, mas você tem que pensar em como resolver, em como educar para que essas coisas não aconteçam novamente, ter reserva de dinheiro pois uma coisa muito grave pode acontecer do dia pra noite.

Quando ele chegou lá em casa segui todas as recomendações que lia na internet, cada pessoa que eu conversava me dizia pra fazer de um jeito e ele continua o “terror da casa”. Fazia muito xixi em tudo que via pela frente, se ficasse preso, chorava igual criança que estava apanhando (o dia inteiro), se ficasse solto, fazia a festa pela casa fazendo besteiras atrás de besteiras. olha, não foi fácil. Foi em torno de 1 ano e meio nesse transtorno.

Recebíamos cartas e multas do condomínio, pois tínhamos que trabalhar e, com pena de deixá-lo trancado na cozinha, ele ficava na sala, logo ele uivava na porta o dia todo sem parar e isso ecoava apelo corredor. Ah, isso acontecia de madrugada também.

Começamos a passear com ele, levamos ele no adestrador, contratamos  faxineira mais uma vez por semana para ele não ficar tão sozinho, adaptamos toda a nossa rotina e…no final do mês, lá estava a cartinha da vizinha reclamona novamente.

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Ao mesmo tempo tinha sempre quem compreendia e nos ajudava. A vizinha de porta, exatamente do lado da minha casa, trabalhava de noite e ficava em casa durante o dia. Quando o via chorar, chamava ele na varanda pra brincar e ele ficava quietinho. Ela dava biscoitinho e tal e depois sempre vinha conversar comigo. Um anjo que caiu do céu.

Um dia resolvemos enfim castrá-lo, disseram que ia melhorar muito. Após alguns meses, quase nenhuma mudança, a não ser que ele estava um pouco mais calmo, mas ele ainda era novinho e cheio de energia. Queria brincar e a gente tinha que entender.

Nos mudamos então pra uma casa. Tudo bem que eu não tenho quintal, mas ele já fica bem felizinho de subir e descer as escadas o tempo todo. O que a gente não faz por um filho né?

Esses dias ele teve um problema onde, de início, achamos no mínimo que ele teria sequelas. talvez ficasse cego, talvez não conseguisse mais andar direito ou tivesse que fazer fisioterapia pra voltar a andar direito. Ficou internado, colocaram sonda, agulhas, ele passou a noite lá no centro veterinário e eu, desolada em casa. Sem nada poder fazer. vendo ele ali, tão forte, e ao mesmo tempo tão frágil e sedado. Quando a gente chegava pra visitar, ele mal reconhecia a gente, e isso doía fundo no coração, mas a gente tinha que ser mais forte do que tudo.

Começamos uma busca incansável de médicos que pudessem entender o caso dele, levamos ele em várias consultas em Petrópolis (tipo 100 km de distância da minha casa) porque lá tinha um especialista no problema dele. Fizemos diversos exames de todos os tipos, os mais invasivos possíveis e até agora nada de concreto foi dito.

Hoje, ele se encontra 99% google e aquele 1% meio estranho. Mas graças à Deus está em perfeita saúde. Levamos ele hoje no médico que costuma cuidar dele desde pequeno, com todos os exames e ele agora vai acompanhar o caso de perto também. No momento, não há o que fazer, já que ele melhorou e não se chegou à conclusão nenhuma do que aconteceu, mas nosso medo é que volte à acontecer.

Passei noites em claro olhando pra ele pra ver se ele respirava. Revezávamos durante a noite pra ver quem levava ele pra fazer xixi, porque nem isso ele conseguia. Ficamos treinando incansavelmente a subida dele na escada, na cama, no sofá e ele aos poucos foi voltando à ser Google. O nosso Google.

Portanto, antes de ter um cachorro, pense bem. Eu não tenho filho, mas suspeito que seja bem parecido, pelo menos em termos de sentimento.

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comprar muito

“O que eu aprendi ao passar 200 dias sem comprar nada novo”

Como sempre, desapego é um dos meus assuntos preferidos, não dá pre negar. Mas sei também, por experiência, que é um dos assuntos mais delicados e difíceis, portanto, sempre que vejo um texto bacana, de alguém que fez um ato de desapego, acho interessante compartilhar.

Nesse caso, eu li em um site uma entrevista com uma pessoa que ficou 200 dias sem comprar nada novo, e ela relata o que mudou na visão dela depois que esses dias passaram.

Vale a pena conferir.

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Há alguns meses, a engenheira Assya Barretteeu passou pela pior experiência de sua vida. O pai dela faleceu. E uma das partes mais dolorosas era não ter tempo sequer para o luto. Afinal, Assya precisava trabalhar. Além do emprego, havia ainda as pilhas de papeis, as pessoas que precisavam ser avisadas e as providências que devem ser tomadas em tais situações. Quando ela pensou que a parte mais difícil estava acabando, teve de esvaziar o apartamento de seu pai. Resultado? Mais dor.

Assya sentia a perda a cada item que tocava. E havia muitos — levou semanas para limpar toda uma vida de acumulação. Semanas para vender, doar, reciclar ou jogar fora as caixas e caixas de utensílios de cozinha, roupas, móveis e materiais de escritório. Tempo, dinheiro e esforço investidos para conseguir todas aquelas coisas e, naquele momento, estavam sendo descartadas. Com qualquer pessoa, é bem parecido. Foi quando Assya disse para si mesma que, na vida dela, seria diferente.

“Decidi que não quero que este seja o meu ‘normal'”, escreveu em um artigo para o site Collective-Evolution. “Embarquei em um experimento de 200 dias sem comprar nada novo. Fora alimentos, medicamentos e artigos de higiene básicos, eu pediria tudo emprestado e compraria de segunda mão, ou simplesmente ficaria sem.” Será que é possível ficar longe de shoppings por tanto tempo? Segundo Assya, tranquilamente. E essas foram as lições que ela aprendeu no caminho:

1. Já tem coisa demais no mundo. A engenheira diz ter ficado chocada ao ver a quantidade de bens disponíveis em brechós, seções de classificados online e grupos de compra e venda no Facebook. “São montanhas de roupas, toneladas de móveis, pratos, panelas, um oceano de todas as coisas imagináveis. Conforme todo esse material vai sendo jogado fora, mais é fabricado. Nós não precisamos de mais.”

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2. Pessoas compram por puro impulso. Quando passou a procurar itens usados de que precisava, Assya se deparou com uma quantidade enorme de produtos praticamente novos — em alguns casos, com etiquetas de preço e embalagem original. Ou seja, quem comprou não precisava daquilo. Eram desde velas perfumadas até roupas novinhas.

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3. Ainda existe preconceito em relação a itens usados. Ao contar para as pessoas sobre sua experiência, era sempre questionada sobre a higiene da escolha. “Muitos achavam que a compra de roupas, móveis e outras mercadorias utilizadas em vez de novas era algo sujo e não muito civilizado. Que mentalidade estranha! Essas mesmas pessoas não teriam problema em doar seus bens usados para brechós. Mas acho que o que é bom suficiente para pessoas de baixa renda não é bom para ‘nós’.”

4. Quando nada é novo, nada é caro. A conta bancária definitivamente teve tempo para descansar (e acumular dinheiro) durante esses 200 dias. Os bens que passou a adquirir eram mais baratos. E Assya diz nunca ter sentindo que a qualidade do que comprava estava comprometida.

5. É mais prazeroso comprar de uma pessoa do que uma empresa.“Especialmente quando fazia compras por meio de classificados, descobri que a maioria dos vendedores eram honestos e solícitos. Eram pessoas normais que queriam apenas recuperar uma parte do preço de compra com a venda de itens perfeitamente utilizáveis. Era bom saber que meu dinheiro estaria indo diretamente para alguém como eu, em vez de para uma empresa sem rosto”, escreveu Assya.

6. Ela não precisava do que costumava comprar. Muitas coisas, mesmo as mais comuns, ela simplesmente não conseguia encontrar usadas. “Quando fui forçada a não comprá-las —contra meus impulsos mais fortes, por vezes — me surpreendia como nada na minha vida mudava. Nem minha saúde, felicidade ou paz interior. Percebi que a maioria das coisas são realmente apenas ‘legais de ter’ e não necessidades reais.”

“Meus 200 dias não foram apenas uma experiência opcional de vida sustentável e minimalismo. Foram uma viagem necessária e transformadora. Quando alguém morre, esperam que você apenas ‘supere’ e volte ao normal. Não queria sentir como se perder o meu pai fosse um acontecimento que eu simplesmente superasse e saísse inalterada. Em vez disso, permiti que a experiência me mudasse profundamente.”

Assya diz esperar incentivar outras pessoas a iniciarem seus projetos de 10, 30 ou até 200 dias. Ou pelo menos dar uma passadinha em um brechó antes de fazer a próxima compra.

dinheiro

Você vive ou acumula?

Esse texto é antigo e talvez você já tenha visto rodando aí pelas redes sociais ou em algum blog. Como hoje é um dia que gosto de repostar coisas legais que vejo pela internet, resolvi colocar esse texto que é sensacional para pararmos e pensarmos no que realmente estamos fazendo com as nossas vidas…

Vale a leitura… Um beijo!

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Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.

Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.

voce vive

Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado. Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:

Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.

Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver…